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Quinta-feira, Abril 19, 2007
15 dias sem postar e eu nem percebi... Shame on me.
Pois bem... Eu fiquei meio receosa em escrever sobre o emo, porque além de emo ele é meio nerd e tenho medo de que ele tenha descoberto este meu humilde blog. Tenho medo também de que ele seja um terrorista ou serial killer. Então acho melhor ficar quietinha. Mas no lugar vou escrever sobre:
EU E A ARTE
Ontem fui ver um desses espetáculos de dança modernosos. Uma coisa que não é bem o que eu entendo como dança. Uns movimentos esquisitos, parados e até bonitos, mas muitas vezes monótonos. Foi bom ter ido pela experiência, mas confesso que não gostei muito não.
No meio daquela coisa sem graça até aproveitei o tempo para pensar sobre isso. O que faz eu gostar de um tipo de arte e não de outro (sem entrar aqui no mérito da qualidade da dita arte)?
Descobri uma coisa que faz todo sentido. Faz tanto sentido que eu nem sei como nunca pensei nisso antes. Eu gosto de arte quando ela conta uma história, quando é narrativa. Por isso que eu amo literatura, cinema, teatro e não gosto tanto de música, poesia e dança. Por isso que eu não gosto nada dessa arte que está aí hoje em dia... Dessas coisas modernosas que ficam tão preocupadas em serem bizarras que esquecem de realmente dizer alguma coisa.
Claro que isso tudo que eu disse, assim como qualquer coisa relacionada à arte, é subjetivo. Mas é uma explicação pra mim e que pra mim faz todo sentido. Então eu gostei!
Comentários:
4:38 PM
Quarta-feira, Abril 04, 2007
A vida é uma coisa bem engraçadinha mesmo.
Quando eu finalmente achei que tinha tomado todas as decisões na minha vida, coisas aconteceram, o contexto mudou e as decisões ficaram todas sem sentido.
Pra começar, voltei o namoro. O tempo que eu fiquei separada foi horrível, ele me procurou muito, lutou muito, e eu resolvi que ia dar uma outra chance para o namoro. Até agora está dando tudo muito certo. Estou feliz. Obrigada pelo apoio que todos me deram.
Outra decisão que eu tinha tomado é que iria mudar de emprego. Tava toda decidida. Estava pensando nas outras possibilidades e tudo. Foi quando meu chefe me chamou pra uma reunião e avisou que vai deixar seu cargo na empresa, ficando só como consultor. E adivinha quem vai ficar no lugar dele? Euzinha. Lindo, né? Além disso, foram fechados dois grandes projetos gigantes e a fábrica de conteúdo (que eu coordeno) vai aumentar e muito. Novas pessoas contratadas, nova sala, novos projetos e eu mandando nisso tudo. Huuuaahahahah (risada megalomaníaca).
Mas isso não quer dizer que eu não vou continuar de olho em novas oportunidades. Estou mandando currículos, pesquisando oportunidades, pensando em outros caminhos, mas não com o desespero de antes. Aliás, quem souber de alguma coisa, por favor, me conte.
Ai ai... As coisas vão se ajeitando...
Cenas do próximo capítulo: "O Emo e Eu".
Comentários:
4:58 PM
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Eu sou a Ayane. Acabei de fazer 26 anos, o que me torna oficialmente uma pessoa adulta. Apesar disso, me sinto ainda com 20 anos (às vezes até 18). Trabalho como redatora de Ensino à Distância e faço bicos como revisora e jornalista. Adoro meu trabalho e sou realmente muito boa no que faço. Faço capoeira há alguns anos e sou apaixonada. Viciada mesmo. Sou viciada também em chocolate.
Adoro ler, ver TV e cinema. Eu me transporto mesmo para o mundo da ficção. Odeio luz acesa durante o dia porque dá ar de decadência. Odeio que encham meu saco por causa de assuntos relacionados com sono (porque eu dormi demais, ou porque cochilei no ônibus ou numa palestra, odeio!). Não tenho a menor paciência com gente lerda, que não entende piadinhas nem referências culturais.
Sou muito ansiosa e maluca. E dizem que eu sou bem carismática (mas eu não acredito por causa da minha baixa auto-estima). Sou muito boazinha, mas sarcástica em certos momentos.
Não faço nada escondido, pois não me envergonho dos meus atos. Tenho um gosto musical maluco, que vai desde Britney Spears e trilhas da Disney a forró e música clássica.
Meus amigos são um bando de malucos (não estou falando de doidinhos, mas de malucos mesmo), mas amo todos eles. Minha família é bem divertida e unida, e eu moro com eles (já tentei sair de casa, mas não gostei da experiência). Conheço muuuuita gente e sei de apenas três pessoas que me odeiam abertamente. Até que estou bem, não é?
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