Quarta-feira, Janeiro 31, 2007

O Sidney Sheldon morreu. Muito triste isso.

Foi dele o primeiro livro que eu li que não era infantil (antes era só "Coleção Vagalume"). Eu tinha lá meus 14 anos e devorava seus livros.

"O outro lado da meia-noite" foi meu primeiro dele. Fantástico. Foi quando comecei minha carreira de sempre torcer pros vilões. Aquilo foi uma revolução pra mim. Segui lendo os outros: "Um estranho no espelho", "O reverso da medalha" (meu preferido!), "A ira dos anjos", "Se houver amanhã..." e por aí vai mais uns dez...

A fase Sidney Sheldon só acabou quando cheguei nos livros mais modernos dele. Não gostei mesmo. Foi quando começou minha fase Anne Rice.

Eu sou assim. Sou de fases mesmo. Com autores, estilos literários, filmes, seriados e até mesmo estilos de vida. Às vezes acho que isso é ruim, mas tudo um dia morre, e a gente tem que continuar vivendo, não é?

PS: por falar em livros, estou sem nada pra ler. sugestões?

Comentários:


Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

Alguns sonhos são difíceis de analisar. Outros, nem tanto.

Ontem eu e meu namorado tivemos uma daquelas conversas/brigas. Durou umas 3 horas e não conseguimos chegar a um acordo sequer. Ele dizia que em todas as vezes que eu briguei com ele no passado eu não tinha razão (detalhe: depois das tais brigas ele reconhecia que estava errado, agora de repente vem com essa de que é coisa da minha cabeça).

Cansamos de discutir depois de um tempo e fomos fazer outra coisa, sem termos chegado a qualquer conclusão.

De noite, eu tenho um sonho. Estamos no quarto eu, meu namorado e uma menina que faz dança com ele e que dá em cima dele descaradamente. Ele começa a beijar a menina na minha frente. Eu fico com ódio e ele fica falando que não tem nada a ver ele estar beijando a menina, que é coisa da minha cabeça, e que é para eu parar de fazer drama.

Bastante óbvio, não?

Comentários:


Quinta-feira, Janeiro 04, 2007

Tem uma coisa muito ruim sobre trabalhar no período útil normal do dia: a maioria das coisas também só funcionam nesse tal período útil normal do dia. E então, como a gente faz?

Estou sofrendo horrores para conseguir fazer meu tratamento de dente pós-serviço. A dentista quase me mata de ter que me atender 18:30h.

Graças aos santos shoppings, comprar é até possível depois do trabalho. Não é lá muito fácil pra mim que não tenho carro e ainda faço capoeira a noite, mas é possível. O que é impossível é eu continuar com a carteira de motorista vencida. Tem 4 meses que a diaba venceu e quem diz que tem como eu ir lá no DETRAN renovar?

Tem um ticket da TAM que tenho que trocar, um depósito que tenho que fazer, dentistas que tenho que visitar (agora do siso). Mas como, se eu trabalho em todo o período útil do dia? Nhaaaaa...

Meu chefe viajou e me deixou de chefe no lugar dele. Já vou aproveitando do meu poder e vou me dar hoje de tarde de folga pra resolver tudo isso. Muito justo, não é?

Comentários:



Acontece, fazer o quê?
Angel Boy
Bruno Motta
Coração na Boca
Conhaque com Cereja
Cristiano F.
Liliane Prata
Lud & Leo
Meu Emagrecimento
Para Pensar
Reflexões...
Rindu
Tati Calvacanti

Unashamed of the life I lead

Eu sou a Ayane. Acabei de fazer 26 anos, o que me torna oficialmente uma pessoa adulta. Apesar disso, me sinto ainda com 20 anos (às vezes até 18). Trabalho como redatora de Ensino à Distância e faço bicos como revisora e jornalista. Adoro meu trabalho e sou realmente muito boa no que faço. Faço capoeira há alguns anos e sou apaixonada. Viciada mesmo. Sou viciada também em chocolate.

Tive uma fase bissexual, mas que anda meio adormecida. Provavelmente porque estou namorando há mais de um ano um homem. Homem esse que mora na Serra do Cipó e só não é mais diferente de mim porque é da raça humana e fala português. Eu o amo mesmo assim (ou até justamente por isso).

Adoro ler, ver TV e cinema. Eu me transporto mesmo para o mundo da ficção. Odeio luz acesa durante o dia porque dá ar de decadência. Odeio que encham meu saco por causa de assuntos relacionados com sono (porque eu dormi demais, ou porque cochilei no ônibus ou numa palestra, odeio!). Não tenho a menor paciência com gente lerda, que não entende piadinhas nem referências culturais.

Sou muito ansiosa e maluca. E dizem que eu sou bem carismática (mas eu não acredito por causa da minha baixa auto-estima). Sou muito boazinha, mas sarcástica em certos momentos.

Não faço nada escondido, pois não me envergonho dos meus atos. Tenho um gosto musical maluco, que vai desde Britney Spears e trilhas da Disney a forró e música clássica.

Meus amigos são um bando de malucos (não estou falando de doidinhos, mas de malucos mesmo), mas amo todos eles. Minha família é bem divertida e unida, e eu moro com eles (já tentei sair de casa, mas não gostei da experiência). Conheço muuuuita gente e sei de apenas três pessoas que me odeiam abertamente. Até que estou bem, não é?